Facas Imbel AMZ e IA2 | Faca-Baioneta

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Você já conhece as Facas IMBEL AMZ (AMAZÔNIA) E IA2?

As duas facas surgiram no âmbito do desenvolvimento dos novos fuzis de assalto do Exército Brasileiro, o Fuzil de Assalto IMBEL Modelo A2, que acabou ficando conhecido como Fuzil IA2, tanto nos calibres 5,56 quanto no 7,62.

A IMBEL é uma Empresa Estratégica de Defesa desde 1808, vinculada ao Ministério da Defesa por intermédio do Comando do Exército, que desenvolve e comercializa produtos de defesa e segurança (PRODE) destinados aos segmentos de Defesa e Segurança com comprovada robustez, qualidade, confiabilidade, rusticidade, resistência e durabilidade.

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Pesquisas feitas pela IMBEL em 2008 identificaram a demanda das Forças Armadas brasileiras por uma faca com requisitos militares, importante instrumento de trabalho do soldado em campanha.

As facas usadas pelos militares brasileiros eram cópias importadas ou modelos civis adaptados a desenhos militares. Um modelo que se tornou bastante popular foi o derivado da Faca dos Marines Americanos (USMC), a Mark2, também conhecida como MK2.

Era muito comum o termo Trench Knife (faca de trincheira) porque muitas vezes os combates corpo a corpo eram travados literalmente dentro das trincheiras, deixando famosa a frase, “Somente ao INFANTE é dada a honra de ver a cor dos olhos do inimigo”.

Esse modelo veio se tornar um padrão aqui para o que se conhece hoje como faca de campanha, ou seja, a faca que o militar vai portar no seu dia a dia, tanto em treinamento quanto em operação real.

Facas Imbel AMZ e IA2 – Requisitos Operacionais Conjuntos

Em 2011 foram editados os Requisitos Operacionais Conjuntos (ROC) para os produtos de defesa comuns às Forças Armadas para o novo Fuzil de Assalto IMBEL Modelo A2, que acabou ficando conhecido como Fuzil IA2, tanto nos calibres 5,56 quanto no 7,62. Dentre os requisitos absolutos, dois diziam:

37) Possuir baioneta ou faca-baioneta e respectiva bainha com dispositivo de fixação no equipamento individual.

38) Possibilitar o tiro com a baioneta ou faca-baioneta, fixada no fuzil.

O Fuzis então adotados pelo Exército, tanto FAL quanto Para-fal, só dispunham de Baionetas, acessórios que quando acoplados à boca do Fuzil (chama-se essa operarão de Calar o Fuzil) só permitiam golpes de estocada, visando penetração no corpo do inimigo.

A ideia da faca-baioneta segue a tendência adotada por alguns exércitos, onde além de se ter a própria baioneta, ela também é uma faca de campanha, capaz de desempenhar as funções de uma faca convencional.

E assim nasceram as Faca de Campanha e Faca-Baioneta IA2 e AMZ.

Por que há essa distinção? Porque tecnicamente, elas são diferentes. A faca que é vendida ao público civil é Faca de Campanha apenas. Ela não pode ser acoplada ao fuzil, pois seu pomo vem sem uma trava que faz a fixação no trilho picatinny do fuzil.

Isso porque a Baioneta é um item controlado pelo Exército, considerado assim um Acessório de Arma de Fogo.

Bom, agora que você já conhece um pouco mais da história das Facas IMBEL AMZ E IA2, curta aí o vídeo.

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Valeu! Um abraço,

Antonio Roseira

PATROCINADORA OFICIAL: INVICTUS TACTICAL & OUTDOOR

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